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Com o uso da
urna eletrônica, a redução
de trabalho e mão-de-obra na
contagem
dos votos foi de 33%. |
A velocidade da apuração dos
votos que durava nove dias, foi reduzida para
horas. O importante do processo foi o plano
de conscientização e da demonstração
de transparência, apesar
de ainda hoje, haverem críticas ao
processo.
O futuro desejado é a garantia de confiança
nas informações arquivadas sobre
os eleitores, bem como a facilidade de recuperação
dessas informações. O TSE, assim
como vários órgãos do
governo, está prevendo o uso da tecnologia
de segurança aliado à biometria,
característica de impressão
digital, imagem da face ou assinatura digitalizada,
além do conhecido sistema AFIS
– Automated Fingerprint Identification
System – sistema automatizado de
identificação de impressão
digital – que permitirá o uso
da impressão digital ao invés
do Título de Eleitor.
Como citado acima, temas como Logística,
Redes de Computadores, Segurança de
Informação, Criptografia,
Sistemas Operacionais, Acesso e Administração
a Banco de Dados, são demandas do mercado
e disciplinas dos nossos cursos, mostrando
que eestas são discutidas pelo IBTA.
“Inovação é a boa
idéia de fazer alguma coisa diferente,
com sucesso!!”.
Bibliografia
[Camarão, 1997] Camarão, Paulo,
O Voto Informatizado: Legitimidade Democrática
– São Paulo: Empresa das Artes,
1997.
http://www.tse.gov.br,
Brasília, 2006
[1] <http://news.com.com/Global+lessons+in+e-voting/2009-1008_3-5387540.html>
USA, junho 2006
[2] <http://www.tre-to.gov.br/conteudo.php?pg=aplic/eleicoes/
urna_eletronica.php>, Tocantins, junho
2006
José Milani foi consultor do Tribunal
Superior Eleitoral (TSE) na especificação
da urna eletrônica. Também trabalhou
no Tribunal Regional Eleitoral de São
Paulo (TRE-SP) e é professor das disciplinas
de Gestão de Projetos, Fundamentos
de Hardware
e Tomada de Decisão na unidade Campinas.
Contato: jmilani@ibta.com.br.
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