Educação e Mercado
  1. GLOBALIZAÇÃO, EDUCAÇÃO E CONSCIÊNCIA

  A nova ordem mundial caracteriza-se por um sistema de integração de mercado, que torna dependentes da economia global as economias nacionais, cujas atividades produtivas são orientadas para o mercado externo. Esse sistema não unifica o mundo, pois nem todos se incluem no poder globalizado, sob cujas
asas se aconchegam economia e mercado dos países em desenvolvimento, que são abafados e manipulados pela legitimação do poder dos blocos nacionais (União Européia, Nafta e outros), que direcionam também o Sistema Educacional.

A globalização, além de suas limitações, trouxe também alguns avanços possíveis ao indivíduo, cujo poder aquisitivo permite ter acesso às tecnologias de comunicação, tornar-se cidadão do mundo: participante da aldeia global. Assim, a educação deixa de ser vista exclusivamente como instrução para ser entendida como descoberta capaz de alcançar maior eficiência em seus resultados. Ela distanciou-se da rigidez acadêmica dos currículos organizados segundo disciplinas estanques rumo à inter-relação dos conhecimentos1 , o que levou à construção de pontes para transposição das rígidas fronteiras disciplinares, mesmo que isso venha abalando também os limites dos profissionais preparados para atender às exigências específicas do mercado de trabalho. Além disso, a tecnologia elétrica produziu a integração do mundo com a aceleração neural da informação, que se multiplica intensivamente e avassala a mente humana, confusa diante da quantidade de informações veiculadas, que são acontecimentos produzidos pelos meios de comunicação, considerados extensões do homem e agentes “produtores de acontecimentos”, mas não agentes “produtores de consciência”.2

Diante da mudança do mundo, as universidades brasileiras a fim de promover a reestruturação curricular, colocaram como princípio a formação técnica e profissional do estudante mais que a humanística, que o dimensiona como ser histórico, social e político. O homo sapiens é substituído pelo homo faber. Interessam agora a interdisciplinaridade, a atualização de
informações, a aceleração da formação e a integração do conhecimento ao mercado mundial. Enfim, a universidade preocupa-se com a inserção do estudante no mercado de trabalho.
 
     
 
   
  Março / Abril 2006 - Edição 06
   
 
 
   
  Por Dulce Adorno
Professora de Comunicação
e Expressão da Faculdade IBTA, unidade Campinas,
a partir da globalização e seus diversos avanços, discorre sobre o objetivo
da educação e a nova
ordem das universidades brasileiras.
   
 
 
   
 
 
     
  Segurança da Informação
Nelson Uto, professor de Tecnologia da Informação, na unidade Campinas, representou a Faculdade IBTA em evento sobre Segurança da Informação na Universidad Tecnica Federico Santa Maria, no Chile, junto com mais cem pessoas, que se reuniram para facilitar a troca de conhecimento e a criação de redes de colaboração.

 
     
 
 
     
 
     
  Manufatura digital na Alemanha Campinas  
     
  Aluno IBTA é Embaixador Microsoft
São José dos
Campos
 
     
  IBTA em evento do MEC, em Brasília
São Paulo
 
 
     
 
 

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